sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Perecível

É que o amor é essencialmente perecível, e na hora em que nasce começa a morrer. Só os começos são bons. Há, então, um delírio, um entusiasmo, um bocadinho do céu. Mas depois!... Seria, pois, necessário estar sempre a começar, para poder sempre sentir?...


Eça de Queirós. In: O Primo Basílio

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