segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Devagarinho

Eu amo quando não me forço a existir. Reduzir meu corpo e o dela a um barco estreito e deixar todo o resto para o mar. O que falta fazer não me cansa. Ainda não cumpri tanta coisa, que não me apresso em pontuar. Farto-me de esperança. Vou imaginado devagarinho para não acabar.

Fabrício Carpinejar . In: O Amor Esquece de Começar

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